
O Metrô
"O Metrô é frio, as vezes quente.
Porém mais frio do que quente.
Sempre pulsante.
Anda um pouco... para
Anda um pouco... Para de novo.
Morre e renasce a cada estação.
Sempre perde um pouco do que tem, as vezes muito...
Mas também sempre ganha um pouco do que não tem.
Parece vivo, dinâmico?
Mas no fundo, no fundo, o Metrô é apenas um Metrô.
Que todas as noites volta para o galpão... VAZIO.
Tão vazio quanto ele realmente é.
Mas o Metrô corre e contempla cada estação.
Fugindo da escuridão que é sua morada.
Mas o anseio da próxima sempre o obriga a ir embora.
O Metrô sempre anda, nunca para.
Está sempre cheio, e vazio...
Sempre tem tudo, e nunca tem nada.
O Metrô procura...
Mas nunca, nunca muda de direção...
Nunca."
"O Metrô é frio, as vezes quente.
Porém mais frio do que quente.
Sempre pulsante.
Anda um pouco... para
Anda um pouco... Para de novo.
Morre e renasce a cada estação.
Sempre perde um pouco do que tem, as vezes muito...
Mas também sempre ganha um pouco do que não tem.
Parece vivo, dinâmico?
Mas no fundo, no fundo, o Metrô é apenas um Metrô.
Que todas as noites volta para o galpão... VAZIO.
Tão vazio quanto ele realmente é.
Mas o Metrô corre e contempla cada estação.
Fugindo da escuridão que é sua morada.
Mas o anseio da próxima sempre o obriga a ir embora.
O Metrô sempre anda, nunca para.
Está sempre cheio, e vazio...
Sempre tem tudo, e nunca tem nada.
O Metrô procura...
Mas nunca, nunca muda de direção...
Nunca."
(Guilherme Costa)


